Na meliponicultura, a alimentação complementar serve para manter as colônias quando falta pólen e néctar: é dada quando a colônia está fraca ou com pouca reserva de mel ou de pólen, e mantê-la forte na seca garante maior produção na florada. Conforme o que falta, vai xarope, para o mel, alimento proteico, para o pólen, ou os dois. Uma receita comum de xarope é 1 kg de açúcar em 1 L de água fervente, e as abelhas sem ferrão costumam preferir xarope mais diluído. O indicado é dar só o que é consumido antes de estragar ou atrair formigas, de preferência em alimentador interno, com a caixa bem vedada, e evitar rações feitas para outros animais. Não se alimenta para produzir mel: a oferta para pelo menos 15 dias antes da florada, a não ser que a colônia continue fraca. A quantidade de xarope depende da espécie, da época e do estado da colônia, e as fontes não dão uma dose para a mandaçaia: vale começar com pouco e observar a aceitação. Na mandaçaia, pesquisas iniciais indicaram que o feno de leucena é tóxico. Num ano muito seco, com pouquíssimo pólen e néctar na caatinga, muitas colônias de mandaçaia morreram num meliponário de pesquisa em Petrolina.